É um projeto social, educativo e ambientalista. Tem como finalidade desenvolver programas e ações que visem a conscientização da população local para a divulgação, preservação e melhoria do patrimonio ambiental, cultural, histórico, arqueológico e artístico. Desenvolver o bem-estar da comunidade da Praia dos Algodões - Maraú - Bahia.
quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018
PRAIA DOS ALGODOES - é berçário natural das TARTARUGAS
O litoral da Bahia possui grande importância biológica para as tartarugas marinhas, pois cerca de 70% das desovas registradas na costa brasileira ocorrem em praias baianas.
Todos os anos milhares de ninhos são incubados nas areias das praias desta região. Esse berçário natural é, portanto, a mais importante área de desova de tartarugas marinhas do Brasil. Recebe anualmente cerca de seis mil desovas que geram aproximadamente 400 mil filhotes.
O tráfego de veículos nas praias é proibido por legislação municipal e federal, para garantir a segurança pública. Também caracteriza crime ambiental, já que o litoral baiano é uma das principais áreas de desovas de tartarugas marinhas do litoral brasileiro, espécies que continuam ameaçadas de extinção.
O trânsito de qualquer tipo de veículo nessas praias coloca em risco a área de desova e os ninhos das tartarugas, seus filhotes e mesmo as fêmeas no processo de desova, pois modifica o local onde fazem os ninhos. Carros, motos e quadriciclos compactam a areia e podem ocorrer atropelamentos fêmeas desovando e de filhotes a caminho do mar, depois que saem dos ninhos.
Alem de colocar em risco as pessoas que se encontram na praia.
PARA SABER MAIS SOBRE -
- AS TARTARUGAS
- O PROJETO TAMAR
- PRAIA DOS ALGODOES
- O PROJETO TAVIVA
quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018
SITIO ALGODOES CASA NA PRAIA DOS ALGODOES
A casa do Sitio:
Para mais informações:
wapp:(21)99636-1771
sitioalgodoes@gmail.com
quinta-feira, 27 de novembro de 2014
Alimentos Orgânicos 4 vezes mais rápido sem manutenção
Imagine um jardim que não necessita de capina, lavrar ou cultivar, a aplicação de fertilizantes ou composto, e nenhuma rega ou irrigação, tudo ao mesmo tempo suas plantas com rendimento de até 10 vezes a quantidade de vegetais do que as plantas de um jardim de terra.
"Aquaponia é a forma de criar seu próprio Mini Eco-System para cultivar alimentos usando o poder Da Natureza "
Para ajudar a explicar sobre isso:
1. Árvores convertem carbónico de oxigênio ...
2. Nós respiramos o oxigênio e expiramos carbónico
3. As árvores, em seguida, convertem o dióxido de carbono em oxigênio e o processo se repete ...
Este é o tipo de automação natural que pode ser usada para cultivar sua comida ... Aqua-cultura é o processo de criação de peixe em um tanque ... e tem um grande problema ... Peixe produz amônia, algas, sais minerais, e todos os tipos de outros subprodutos que precisam ser constantemente filtrados.
"Mas espere um segundo! ... Comer plantas de amônia, algas, Minerais e nitratos!"
E se você ligar os dois juntos?
A idéia básica é a de ligar os tanques de abastecimento de água dos peixes para o sistema de hidroponia .. A Amônia, algas e outros subprodutos produzidos pelos peixes, então, serão usados para alimentar sua comida .. A água é, por sua vez filtrada pelas plantas e devolvido para o tanque de peixes ... Tudo 100% automatizado!
Simples e barato.
Há uma série de benefícios neste sistema:
As plantas ficam num ambiente rico em nutrientes, vivos e naturais dos peixes.
Os peixes ficam mais felizes e saudáveis, porque a água é filtrada constantemente.
Você começa plantas mais saudáveis. Você vai notar que este processo requer também ZERO pesticidas! É a maneira mais fácil e rápida a crescer 100% de alimentos orgânicos!
Materia retirada e traduzida de:
http://www.easydiyaquaponics.com/index2.php?utm_expid=72845115-1&hop=d2c8s5
quinta-feira, 20 de novembro de 2014
SITIO ALGODOES - PROJETO ECOLOGICO
Contato:
sitioalgodoes@gmail.com
terça-feira, 2 de setembro de 2014
COMO TRATAR O BAMBU
TRATAMENTO DE BAMBU
domingo, 24 de agosto de 2014
terça-feira, 15 de julho de 2014
Aquanautas -navegam 6 mil km pela costa brasileira e documentam pesquisas realizadas no litoral.
Ana Paula é jornalista. Tony, diretor de documentários. Os dois são mergulhadores experientes e loucos por aventuras. Um dia, decidem unir suas experiências profissionais e transformar a paixão pela natureza em um projeto de vida. De malas prontas e carregando muitos quilos de equipamentos, o casal zarpa numa viagem pelo litoral brasileiro a bordo do catamarã Bioma, como os Aquanautas.
Uma expedição de mais de 6 mil quilômetros, enfrentando o mar, o sol e a dura rotina de meses de embarcação. Ao longo desta incrível jornada, eles documentam importantes pesquisas que estão sendo desenvolvidas na Costa dos Corais, os únicos recifes do Atlântico Sul.
Para acompanhar mais:
http://www.natgeo.com.br/br/fotos/7746#http://cdn-flac.ficfiles.com/sites/natgeo-br/files/img/galleries/4053/aquanautas-abrolhos-000007-620x349.jpg?ver=83ec019c-d4c2-4b56-889d-3e9c3ee4
E no FACEBOOK:
https://www.facebook.com/pages/Aquanautas/463963463656206
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
KIT PRONTO SOCORRO - Compacto e Util
quarta-feira, 13 de maio de 2009
AS TARTARUGAS MARINHAS TEM A A JUDA DO TXAI EM ITACARÉ
“Desde 2004, estamos desenvolvendo o trabalho de proteção às tartarugas marinhas por meio do Projeto Txaitaruga. Acreditamos que essa é uma excelente forma de expandir o projeto além da Bahia e conscientizar as pessoas sobre a importância da preservação ambiental.
Escolhemos a Track & Field por ser uma referência em qualidade e comprometimento”, conta Renato Guedes, diretor de marketing do Txai.
A linha contempla camisetas femininas, masculinas e infantis, confeccionadas com fibra reciclada de garrafas PET e algodão. Essas peças apresentam o máximo de conforto e toque macio, além de ser um produto 100% ecológico, com alta durabilidade e qualidade. Os modelos trazem estampas irreverentes, com desenhos de tartarugas em diversos tons de verde, uma alusão à camuflagem desses répteis.
Também faz parte da linha Txaitaruga, as almofadas FOM que são elaboradas com pérolas de poliestireno e proporcionam uma posição de conforto única, já que elas podem ser esticadas e moldadas, conforme seu tamanho e movimentos. “Por ser uma grife de moda performance, a Track & Field incentiva a prática de esportes ao ar livre e o contato com a natureza.
Faz parte da nossa identidade o apoio à projetos de preservação ambiental”, afirma Ana Cláudia Moura, diretora de marketing e varejo da Track&Field. “Além do projeto Txaitaruga, temos como parceiros também a WWF do Brasil e o Instituto Criar de Cinema e Televisão, sempre promovendo ações sociais ou ambientais”, completa.
O PROJETO TXAITARUGA O trabalho do projeto Txaitaruga (que existe desde 2004) é garantir que ninguém interferirá no processo de incubação dos ovos e no nascimento dos filhotes. As tartarugas marinhas são animais que passam a maior parte de seu tempo no mar. Elas visitam as praias apenas para botar seus ovos. Aqui, na costa brasileira, as tartarugas o período de desova é de setembro a março, com os últimos ninhos nascendo em maio. Os ovos são incubados na areia e a “mãe” nunca mais retorna para cuidar dos seus filhotes. Depois de 45-60 dias enterrados na areia, os filhotes nascem e sozinhos escalam o ninho, que têm cerca de 30-50 cm de profundidade. Nessa escalada, os filhotes se ajudam, mas depois que alcançam a superfície da praia, todos correm juntos para o mar, mas cada um tem que se virar sozinho. A área monitorada pelo projeto vai da praia do Pompilho (Serra Grande-Uruçuca), até o costão de Itacarezinho (Itacaré), totalizando 11 km.
Serviço: As camisetas (R$88,00 masculina/ R$80,00 feminina/ R$70,00 infantil) e almofadas FOM (R$86,00 – a partir de maio) podem ser encontradas nas lojas Track & Field. SAC: (11) 3048-1238
OUTROS PROJETOS SOCIAIS DO TXAI Companheiros do Txai No vocabulário dos índios Kaxinawa, que vivem na região amazônica do Acre, a palavra TXAI quer dizer "companheiro". É usada como tratamento de respeito e carinho por seringueiros, índios, caboclos e por todos os aliados dos "povos da floresta". Também significa "uma metade de mim" resumo e filosofia do TXAI: o bem-estar de todos, da população nativa e do ecossistema à sua volta. O Companheiros do Txai é um programa que visa auxiliar os pequenos agricultores da APA Itacaré/ Serra Grande a utilizar os recursos florestais da Mata Atlântica de forma sustentável, dando viabilidade econômica à região, tendo como principal parceiro o programa Floresta Viva. O projeto surgiu da necessidade de gerar uma alternativa de renda para os pequenos agricultores, subitamente empobrecidos com o fim do ciclo do cacau na década de 80 e que desde então exploravam a floresta de forma predatória. A produção é toda orgânica (condição para ser Companheiro do Txai) e parte desta produção é comprada pelo hotel para servir aos hóspedes e funcionários. Assim nasceu a aliança entre o Txai Itacaré e as 25 famílias de Companheiros. Desde maio de 2003, quem passa no quilômetro 42 da rodovia BA 01 (Ilhéus/Itacaré), pode ver parte deste trabalho que já rendeu muitos frutos aos pequenos agricultores da região, que hoje, além da produção de mudas nativas, frutíferas, ornamentais, hortaliças e outros; também estão produzindo belíssimos trabalhos de artesanato que estão sendo comercializados na Lojinha do Txai Social.
Para mais Infos:
http://txaisocial.blogspot.com/2008/04/o-txaitaruga-um-programa-voltado-para.html
sábado, 9 de maio de 2009
CAERC TAMBEM ATUA NA PENINSULA DE MARAU
quinta-feira, 19 de março de 2009
OPERACAO SOS TARTARUGAS NA BAHIA - IBAMA ENTRA EM ACAO!!!
Somente neste final de semana, fiscais do Ibama lavraram oito Autos de Infração com multas no valor total de R$ 40 mil (R$5 cada) e apreenderam seis quadriciclos e duas motos.
Importância Ambiental
PROJETO TAMAR - COMO COMECOU
Em 1977, um grupo de alunos da Universidade de Rio Grande - útero do ambientalismo acadêmico nacional - aponta no mapa um pontinho de terra no mar e começa a organizar uma das viagens mais importantes e perigosas da época. Iriam visitar o Atol das Rocas (RN) com alguns pescadores. Único atol do Atlântico Sul, não tem água potável e é com certeza, o pedaço de terra mais inóspito de nossos mares. Coragem e determinação eram os lemas do saudoso movimento estudantil da época, iluminados pelo "flower power" eles iriam mudar o mundo, pelo menos, a noção de ambientalismo no Brasil.
A viagem rendeu aos estudantes imagens e anotações que não imaginavam fazer. Foi a primeira vez que tartarugas marinhas foram vistas e fotografadas por pesquisadores em águas brasileiras, foi também, a primeira vez que o movimento estudantil ambientalista viu em que ponto estava à matança indiscriminada desses animais. Grande parte das tartarugas que subiram nas areias do Atol para desovar foi morta, seus ninhos foram saqueados e os ovos retirados.
Pirambu - Santa Isabel: onde tudo começou
No litoral norte de Sergipe, encontra-se a pacata Pirambu. Com população urbana de 9.000 pessoas, nos meses de verão chega a receber 30 mil turistas. Foi em 1980, durante o mapeamento das áreas de desova, que os pesquisadores descobriram a alta incidência de tartarugas em suas areias. A praia tinha condições geográficas ideais para receber as fêmeas.
Sua localização é bastante privilegiada: banhada por rios e pelo Oceano Atlântico, num dos mais belos pontos do litoral brasileiro, fez fama e aparece como destino preferido daqueles que querem visitar Sergipe. Lagoas e dunas, cachoeiras e trilhas encantam estrangeiros e brasileiros, o turismo cresce assustadoramente. Dentro da reserva Ecológica de Santa Isabel está a primeira base do projeto Tamar na história. É o projeto que mantém a reserva intacta, com apoio total e irrestrito da população local, agente de participação direta nas ações.
Regência - Comboios: terra "das gigantes"
A segunda base do Projeto Tamar foi instalada no litoral norte do estado do Espírito Santo. Depois de muitos anos de uma batalha judicial interminável, em 1984, o Governo Federal criava a Reserva Ecológica de Comboios, na linha de frente do combate estava o Tamar e a defesa das tartarugas gigantes (de couro) que ocorrem por ali.
Assim como todo Espírito Santo, a região começa a despontar para o turismo. A estrutura para receber visitantes melhorou significativamente nos últimos anos. O grande atrativo continua sendo a Base de Comboios, o Centro de Visitantes e seus aquários.
Praias extensas, com bons ventos são ótimos pontos para a prática de esportes náuticos, além claro, da beleza exuberante do litoral norte capixaba. Vale lembrar que até Itaúnas, na divisa com a Bahia, existem bases móveis do projeto e ocorrem desovas.
Praia do Forte: Sede Nacional
A terceira e última grande base do projeto Tamar está localizada no litoral norte da Bahia. Tem o título de praia com o maior número de desovas em todo o país, não é por menos que ela abriga a sede nacional do projeto. A localidade, em menos de 30 anos, deixou de ser uma vila bucólica e afastada para se transformar num dos maiores pólos de eco-turismo do mundo. Na última vez que visitei o local, na pousada onde eu tomava café da manhã, não existiam hóspedes brasileiros.

Premiada com títulos por revistas de turismo do mundo todo que afirmam ser um dos lugares mais bonitos que existem, a região é altamente visitada e a maioria das acomodações são de nível elevado. A enorme base da praia do Forte, antigo terreno da Marinha, é um espetáculo. Todas as espécies de tartarugas podem ser vistas, peixes como um mero gigante e tubarões passeiam pelos tanques. No aquário das arraias os visitantes podem até tocar nos animais. Passeio imperdível!
Outras Bases
As tartarugas marinhas podem ser vistas em todo o litoral brasileiro, as áreas que não são de reprodução, como o litoral sul/sudeste, são áreas de alimentação e passagem das espécies que estão em processo de migração, rumo ao litoral nordeste/norte. Existem bases espalhadas de norte a sul do país, um bom exemplo é a de Ubatuba, no litoral norte paulista, tem o título de base mais visitada do projeto, em seus tanques também é possível ver algumas espécies de peixes e tartarugas marinhas.
Resultados
Em quase 30 anos de história o Tamar, sem dúvida nenhuma, obteve sucesso. Segundo as estimativas do próprio projeto, cerca de 8 milhões de filhotes foram liberados até o fim de 2007. O entrosamento com as comunidades locais é perfeito, a manutenção e a preservação das áreas de desova também. As tartarugas ainda não saíram da lista de animais em perigo de extinção, elas demoram 25 anos para entrar em idade reprodutiva, mas o projeto, com toda certeza, caminha para salvar a espécie.
Informações sobre a localização de todas as bases, detalhes sobre as tartarugas, telefones de contato e tudo mais, no site oficial do projeto.
www.tamar.org.br
De lá pra cá muita coisa mudou, os antigos "Tartarugueiros" - pescadores de tartaruga - são atualmente sentinelas dos animais e quase todos são funcionários do Projeto Tamar. Mundialmente reconhecido e detentor de dezenas de prêmios, incluindo o "Nobel" do ambientalismo, o Tamar tem quase três décadas de existência e antes de tudo é exemplo de unidade e harmonia entre comunidade acadêmica, ambientalistas e população local. Essa equação - de sucesso - tem na conscientização, na educação e na troca de experiências, suas amplas frentes de influência.
TARTARUGA MARINHA - VOCE SABIA ?
A tartaruga marinha (Dermochelys coriacea) é um réptil marinho vertebrado da família Dermochelyidae que está ameaçado de extinção. Esse animal tem uma casca que cobre seu corpo e que lhe serve de casa. Têm dentes serrados e escamas sobre a cabeça. As tartarugas marinhas vivem no mar a mais de 110 milhões de anos sendo que esse fato pode ser comprovado por um fóssil encontrado por um paleontólogo no Ceará. Existe um registro fóssil de uma tartaruga, na China, que media 2,5 metros e pesava cerca de 4 toneladas. Segundo uma pesquisa, esse animal viveu na terra e devido à necessidade de alimento passou a viver no mar.
São carnívoras ou vegetarianas dependendo da espécie.
Carnívoras: Alimentam-se principalmente de águas vivas, peixes e outros animais do mesmo porte. Devido à contaminação no litoral, essas tartarugas confundem águas vivas com plástico e acabam morrendo engasgadas ou com problemas intestinais.
Vegetarianas: comem principalmente algas, o que cria condições para viverem no litoral brasileiro.
O acasalamento ocorre quando a fêmea escolhe o macho para “namorar” sendo que uma fêmea pode acasalar com vários machos. A fêmea lembra-se exatamente onde nasceu e volta ao mesmo local para botar seus ovos. Uma fêmea chega a botar ovos de 4 a 6 vezes por temporada, sendo que ela bota de 60 a 120 ovos por ninho. Os ovos demoram cerca de 50 dias para eclodirem, porém mais da metade dos ninhos não tem condições para a incubação dos ovos. Outro fator que impede o nascimento é o fato de alguns caranguejos comerem os ovos quando acham um ninho.
Após o nascimento, os filhotes vão para a praia, porém muitos morrem no caminho já que existem aves, lagartos e outros animais a espera para devorá-los. Após estarem na água, tem de passar por outros obstáculos, como peixes e lulas que podem atacá-los. Após crescidos, seus predadores são os tubarões e algumas baleias.
As espécies de tartaruga marinha são:
- Tartaruga de couro (Dermochelys coriacea).
- Tartaruga oliva (Lepidochelys olivacea).
- Tartaruga cabeçuda (Caretta caretta).
- Tartaruga de pente (Eretmochelys imbricata).
As tartarugas podem viver mais de 120 anos.
SOBRE O PROJETO TAMAR
O Tamar foi criado em 1980 com objetivo de proteger as tartarugas marinhas através da geração de alternativas econômicas sustentáveis.
O nome Tamar é uma abrevição das palavras “tartaruga marinha”. A síntese se mostrou necessária ainda no início dos anos 80, para a confecção das pequenas placas de metal utilizadas na identificação das tartarugas.
Desde então, o Projeto Tamar passou a designar o Programa Brasileiro de Conservação das Tartarugas Marinhas, que é executado pelo IBAMA, através do Centro Brasileiro de Proteção e Pesquisa das Tartarugas Marinhas (Centro TAMAR-IBAMA), órgão governamental; e pela Fundação Centro Brasileiro de Proteção e Pesquisas das Tartarugas Marinhas (Fundação Pró-TAMAR), instituição não governamental, de utilidade pública federal.
Dentro de uma enorme infra-estrutura, junto a comunidades locais, o Tamar protege as tartarugas do nascimento até ao longo de suas vidas.
O Tamar conta ainda com o patrocínio da Petrobrás desde 1983. A empresa apoia o projeto oferecendo combustível para os jeeps, contratando mão-de-obra especializada, estagiários e pescadores.
Essa união do governamental com o não-governamental revela a natureza institucional híbrida do Projeto Tamar. O Tamar conta também com a participação de empresas e instituições nacionais e internacionais, além de organizações não-governamentais.
As atividades do projeto são organizadas a partir de três esferas de ação: conservação e pesquisa aplicada, educação ambiental e desenvolvimento local sustentável, onde a principal ferramenta é a criatividade.
Desde o início, tem sido necessário desenvolver técnicas pioneiras de conservação e desenvolvimento comunitário, adequadas às realidades de cada uma das regiões trabalhadas. As atividades estão concentradas em 22 bases, distribuídas em mais de 1100 km de costa.
O Tamar atua em diversas regiões brasileiras, com bases em:
Almofala - CE, Atol das rocas - RN, Fernando de Noronha - PE, Ponta dos Mangues - SE, Pirambu - SE, Abaís - SE, Mangue Seco - BA, Sítio do Conde - BA, Costa do Sauípe - BA, Praia do Forte - BA, Arembepe - BA, Itapuã - BA, Mucuri - BA, Subaúma - BA, Vitória - ES, Guriri - ES, Pontal do Ipiranga - ES, Povoação - ES, Regência - ES, Anchieta - ES, Bacia de Campos - RJ, Ubatuba - SP e Florianópolis - SC.
Desde a sua criação, o Projeto Tamar investe recursos humanos e materiais para adquirir o maior conhecimento possível sobre a biologia das tartarugas marinhas que ocorrem no Brasil, priorizando pesquisas aplicadas que resolvam aspectos práticos para a conservação desses animais. Conhecidos pela grande capacidade migratória, com um ciclo de vida de longa duração, as tartarugas ainda são um mistério para pesquisadores do mundo inteiro.
SOBRE AS TARTARUGAS MARINHAS
Diferenciando-se de outros répteis as tartarugas marinhas, evoluíram, diminuindo o número de vértebras e as que sobraram se fundiram às costelas, formando uma carapaça resistente, embora leve que possui função de proteção contra predadores e aumenta a hidrodinâmica. Perderam os dentes, ganharam uma espécie de bico e suas patas de transformaram em nadadeiras. Respiram por pulmões, mas podem permanecer algumas horas embaixo d'água. Para isso o organismo funciona lentamente e o coração bate devagar, num fenômeno chamado de bradicardia, em que o fornecimento de oxigênio é auxiliado por um tipo de respiração acessória, feita pela faringe e cloaca.
As espécies de tartarugas presentes nos oceanos são 7, sendo que 5 delas ocorrem em águas brasileiras: Tartaruga verde - Quelonia mydas, Tartaruga olivácea - Lepidochelys olivacea, Tartaruga de pente - Eretmochelys imbricata, Tartaruga careta - Caretta caretta e Tartaruga de couro - Dermochelys coriacea.
Algumas especies chegam a medir 2 m de comprimento e chegar a pesar até 600 kg, vivem em águas tropicais e possuem os sentidos da visão, do olfato e da audição bem desenvolvidos, além de terem um senso de orientação fantástico, tanto que, as fêmeas viajam longas distâncias para desovarem na mesma praia onde nasceram, anos depois.
São herbívoras, podendo se alimentar também de crustáceos, peixes, camarões, lulas, caramujos, esponjas e algas.
O acasalamento, entre machos e fêmeas, ocorre no mar. A reprodução no litoral brasileiro acontece entre os meses de setembro a fevereiro e entre dezembro e maio nas ilhas oceânicas. Uma fêmea pode realizar de três a cinco desovas por temporada, com intervalos médios de 10 a 15 dias, cada uma com cerca de 120 ovos, em média. Os filhotes nascem cerca de 50 dias após a postura dos ovos, incubadas pelo calor do sol.
A luta pela sobrevivência da espécie impressiona e comove. Estima-se que, de cada mil tartarugas nascidas, apenas uma ou duas chegarão à idade adulta.
A PRESERVAÇAO DA LAGOSTA NO LITORAL BRASILEIRO
“A idéia é que o consumidor ajude a fiscalizar. Queremos evitar a pesca predatória, conscientizar o consumidor e aumentar a produção da lagosta no país. A fiscalização também será intensificada pelo Ibama, antes havia seis barcos e agora teremos mais oito, mas só a repressão não funciona”, afirmou o ministro do Meio Ambiente Carlos Minc.
No material consta ainda o número da Linha Verde do Ibama (0800618080) para que qualquer pessoa possa denunciar a venda da lagosta em tamanho irregular. “Consuma lagostas nos tamanhos legalmente permitidos”, orienta o texto.
“A parceria com o consumidor e com os pescadores e as medidas constantes no plano vão garantir o desenvolvimento sustentável dessa cadeia produtiva, responsável pela manutenção de 150 mil empregos e que gera cerca de US$ 80 milhões por ano”, destaca o ministro da Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca, Altemir Gregolin.
O Plano de Gestão para o Uso Sustentável de Lagostas no Brasil, também lançado hoje, prevê um conjunto de medidas como o recadastramento das embarcações, capacitação dos pescadores e ações de fiscalização. A rede foi proibida e atualmente só é permitido o uso de covos (espécie de gaiola que coleta apenas as lagostas maiores). O período de defeso foi aumentado de quatro para seis meses, permitindo um tempo maior para a reprodução das espécies.
Gregolin disse que apenas 10% da produção de lagosta é consumida no país e o resto é exportada. “A lagosta capturada no tamanho correto e que chega viva à indústria, tem um valor 30% maior. Hoje 90% da produção nacional é comprada pelos Estados Unidos. Queremos diversificar, mas, para conquistarmos outros mercados, precisamos melhorar a qualidade do nosso produto”, ressalta o ministro.
SOBRE A LAGOSTA
A lagosta vermelha e a cabo verde são as mais importantes e os principais alvos da pesca predatória. No folder há fotos das lagostas em tamanho real com uma régua mostrando o mínimo que cada lagosta deve medir para ser consumida. A vermelha não pode ter menos de 20,5 centímetros, sendo 13 centímetros de cauda, e a cabo verde tem que ter 17,5, centímetros, sendo 11 centímetros de cauda.
As outras espécies nacionais são: lagostinha, lagosta-sapata e a sapateira que são capturadas em menor escala e por isso não correm risco de extinção. A lagosta coloca cerca de 200 mil ovos, mas apenas 1% desses se desenvolvem. Quando atinge o tamanho adulto, ela já se reproduziu pelo menos uma vez.
O período do defeso ocorre de 1º de dezembro a 31 de maio e coincide com as férias de verão, ÉPOCA DE MAIOR CONSUMO nas localidades praianas.
(Por falta de informação dos Turistas)
O Brasil é o terceiro maior exportador de lagosta do mundo.
Entretanto, entre 1991 e 2006, a produção nacional caiu de 11 mil toneladas para 7 mil toneladas. Para reverter essa situação, o Ministério do Meio Ambiente (MMA) e a Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca (Seap) lançaram hoje (4) uma campanha para o consumo consciente do crustáceo e um plano com medidas para evitar a pesca predatória.
A campanha de consumo legal de pescados voltada à preservação da lagosta consiste na distribuição de materiais informativos, em português e inglês, a turistas brasileiros e estrangeiros, em todos os aeroportos do país. Como o período do defeso ocorre de 1º de dezembro a 31 de maio e coincide com as férias de verão, a idéia é alertar as pessoas que viajam para o Nordeste.
RECIFES DE CORAL - O QUE SÃO?.

Sob o ponto de vista biológico, recifes coralíneos são formações criadas pela ação de comunidades de organismos denominados genericamente "corais", que incluem os corais-pétreos ou verdadeiros e os corais-de-fogo. Os recifes de coral são os únicos entre as comunidades marinhas que se constroem inteiramente através de atividade biológica. Formam-se essencialmente através de depósitos maciços de carbonato de cálcio, produzidos primariamente pelos corais, com alguma adição pelas algas calcárias e outros organismos que também secretam carbonato de cálcio. Se imaginarmos o recife como uma construção, os corais atuariam como os tijolos, cimentados pelas algas calcárias.
CORAIS - SAIBA MAIS A RESPEITO
O corpo dos corais é chamado de pólipo, que consiste em uma estrutura cilíndrica em forma de saco, com uma cavidade interna que se abre apenas em uma extremidade, a boca. Rodeada por tentáculos, a boca age tanto na ingestão de alimentos, quanto na eliminação de resíduos. Os tentáculos são estruturas dotadas de uma grande quantidade de células especializadas chamadas cnidócitos, que contêm substância urticante e paralisante, e servem para capturar presas e defender o pólipo. No interior do tecido do coral vivem várias algas microscópicas chamadas zooxantelas. Estas algas possuem uma relação de simbiose com o coral, na qual a alga fornece ao pólipo alimento através do processo de fotossíntese e, em troca, recebe proteção e nutrientes.
No interior do tecido do coral vivem várias algas microscópicas chamadas zooxantelas. Estas algas possuem uma relação de simbiose com o coral, na qual o benefício da relação é mútuo.
A alga fornece ao pólipo alimento através do processo de fotossíntese, no qual as células da planta utilizam a luz do sol que atravessa a coluna d’água para converter dióxido de carbono no tecido do pólipo em oxigênio e carboidratos. O oxigênio é utilizado pelo pólipo na respiração e os carboidratos como fonte de energia para a construção do esqueleto calcário.
Em troca, o pólipo fornece às algas endosimbiontes nutrientes, proteção e dióxido de carbono, um sub-produto da respiração indispensável ao processo de fotossíntese.
Em adição a esta fonte de nutrição interna, alguns corais de alimentam do plâncton. O plâncton é formado por criaturas, tanto vegetais quanto animais, que se movem passivamente a coluna d'água ao sabor das correntes oceânicas e dos ventos. A maioria do plâncton é muito pequena para ser vista a olho nu.
A maioria dos corais se alimenta do plâncton apenas durante à noite, estendendo seus tentáculos no período de menor ação de predadores. Durante o dia, os tentáculos permanecem contraídos no interior do esqueleto calcário para proteção.


















