quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

PRAIA DOS ALGODOES - é berçário natural das TARTARUGAS

A Bahia é caracterizada por ser a principal área remanescente de desova das tartarugas cabeçuda (Caretta caretta) e de pente (Eretmochelys imbricata), ocorrendo também em menor número desovas das tartarugas oliva (Lepidochelys olivacea) e verde (Chelonia mydas) - todas ameaçadas de extinção.

O litoral da Bahia possui grande importância biológica para as tartarugas marinhas, pois cerca de 70% das desovas registradas na costa brasileira ocorrem em praias baianas.

Todos os anos milhares de ninhos são incubados nas areias das praias desta região. Esse berçário natural é, portanto, a mais importante área de desova de tartarugas marinhas do Brasil. Recebe anualmente cerca de seis mil desovas que geram aproximadamente 400 mil filhotes.


A PENINSULA DE MARAU e' uma APA - Area de Protecao Ambiental.

O tráfego de veículos nas praias é proibido por legislação municipal e federal, para garantir a segurança pública. Também caracteriza crime ambiental, já que o litoral baiano é uma das principais áreas de desovas de tartarugas marinhas do litoral brasileiro, espécies que continuam ameaçadas de extinção.
O trânsito de qualquer tipo de veículo nessas praias coloca em risco a área de desova e os ninhos das tartarugas, seus filhotes e mesmo as fêmeas no processo de desova, pois modifica o local onde fazem os ninhos. Carros, motos e quadriciclos compactam a areia e podem ocorrer atropelamentos fêmeas desovando e de filhotes a caminho do mar, depois que saem dos ninhos.
Alem de colocar em risco as pessoas que se encontram na praia.

PARA SABER MAIS SOBRE -
- AS TARTARUGAS
- O PROJETO TAMAR
- PRAIA DOS ALGODOES
- O PROJETO TAVIVA

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

SITIO ALGODOES CASA NA PRAIA DOS ALGODOES


O Sitio Algodoes



 - Ao de Hospedar no Sitio Algodões você participa e ajuda a levantar fundos para o Projeto Tartaruga Viva.



"Necessitamos de verba para manter e incentivar a equipe de estudos para a Praia dos Algodoes e a Praia dos Arandis."
O Sitio Algodoes tem gostaria de possibilitar o  interesse do Projeto Tamar  pelo desenvolvimento de um trabalho junto a comunidade, para a  conservação  do bem estar das Tartarugas, na praia dos Algodoes local onde elas constantemente se alimentam nos corais e a praia dos Arandis que é local de desova.

A casa do Sitio:


A casa no Airbnb:  https://abnb.me/EVmg/OZlXI0KreK
Para mais informações:

wapp:(21)99636-1771

sitioalgodoes@gmail.com

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Alimentos Orgânicos 4 vezes mais rápido sem manutenção

"USDA Organic Gardening - Aprova Técnica que faz crescer Alimentos Orgânicos 4 vezes mais rápido, com zero de manutenção.




Imagine um jardim que não necessita de capina, lavrar ou cultivar, a aplicação de fertilizantes ou composto, e nenhuma rega ou irrigação, tudo ao mesmo tempo suas plantas com rendimento de até 10 vezes a quantidade de vegetais do que as plantas de um jardim de terra.

"Aquaponia é a forma de criar seu próprio Mini Eco-System para cultivar alimentos usando o poder Da Natureza "

Para ajudar a explicar  sobre isso:

1. Árvores convertem carbónico de oxigênio ...

2. Nós respiramos o oxigênio e expiramos carbónico

3. As árvores, em seguida, convertem o dióxido de carbono em oxigênio e o processo se repete ...

Este é o tipo de automação natural que pode ser usada para cultivar sua comida ... Aqua-cultura é o processo de criação de peixe em um tanque ... e tem um grande problema ... Peixe produz amônia, algas, sais minerais, e todos os tipos de outros subprodutos que precisam ser constantemente filtrados.

"Mas espere um segundo! ... Comer plantas de amônia, algas, Minerais e nitratos!"

E se você ligar os dois juntos?

A idéia básica é a de ligar os tanques de abastecimento de água dos peixes para o sistema de hidroponia .. A Amônia, algas e outros subprodutos produzidos pelos peixes, então, serão usados para alimentar sua comida .. A água é, por sua vez filtrada pelas plantas e devolvido para o tanque de peixes ... Tudo 100% automatizado!
Simples e barato.

Há uma série de benefícios neste sistema:

As plantas ficam num ambiente rico  em nutrientes, vivos e naturais dos peixes.
Os peixes ficam mais felizes e saudáveis​​, porque a água é filtrada constantemente.
Você começa plantas mais saudáveis​​. Você vai notar que este processo requer também ZERO pesticidas! É a maneira mais fácil e rápida a crescer 100% de alimentos orgânicos!




Materia retirada e traduzida de:

http://www.easydiyaquaponics.com/index2.php?utm_expid=72845115-1&hop=d2c8s5

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

SITIO ALGODOES - PROJETO ECOLOGICO

Estamos constantemente pesquisando e desenvolvendo projetos ecologicamente corretos e aplicaveis à propriedades rurais e áreas que necessitem de monitoramento ambiental, como é o caso da Praia dos Algodões e sua pequena comunidade.




O Sitio Algodoes, localizado na Praia dos Algodões, na Peninsula de Maraú, no estado da Bahia.
Foi criado e vem sendo desenvolvido desde 2002, com bases ecologicamente corretas, para servir de base experimental para o projeto que visa no futuro orientar a comunidade local e novos moradores. 


De 2002 a 2005 nos concentramos na finalização da estrutura do Sitio e area em torno para poder receber Hospedes, criei uma Guesthouse ou pequena pousada, assim dando inicio ao Self suport.
Toda verba é reinvestida na manutenção e desenvolvimento do Projeto. O Sitio Algodões é hoje um ponto de referência para quem tem interesse em desenvolver bases ecologicamente corretas.


O Sitio Algodões possui varios sistemas ecologicamente corretos ja implantados:

- Captação de agua de chuva, tratada para ser utilizada para consumo humano. (com base no projeto da embrapa do serrado).

- Fossas ecologicas adaptadas para a região que possui um lençol freatico aflorado, com base no projeto da embrapa de São Carlos/Sp)

- Separação do lixo para reciclagem e reutilização do mesmo com o beneficiamento na produção de adubo.

- Fabricação de tijolos ecologicos de solo/cimento.

- Fabricação de Blocos de concreto ecologicos usando resto de obra triturado ao inves da brita.

- Criação de peixes ecologicamente correta aproveitando a area do sitio que é alagada no periodo do inverno. Hoje doando peixes para a população local e repovoando os lagos locais com os peixes excedentes criando oportunidade de pesca para a comunidade. Tilapias, tambaquis, carpas.




Contato:


sitioalgodoes@gmail.com

terça-feira, 2 de setembro de 2014

COMO TRATAR O BAMBU

TRATAMENTO DE BAMBU

O tratamento do bambu se inicia no ato da escolha do bambuzal. As moitas devem estar saudáveis e sem a apresença de insetos como o "tigre do bambu", que perfura as varas para a colocação de seus ovos. Após esta análise as varas são selecionadas quanto a sua idade. Os bambus estão maduros apenas após o seu terceiro ano. Esta identificação geralmente é feita se observando a quantidade de microorganismos acumulados em sua superfície. Existem outros indicadores tais como: presença de folha caulinear e distância e número de galhos. O corte sempre é efetuado rente ao nó, para que não se acumule água da chuva nos colmos cortados. Isso evita o apodrecimento dos mesmos. Depois de cortados, são transportados para a central de tratamento. No caso do gigante, tratamos com aplicação de cipermetrina e outros derivados químicos. O bambu mirim, possui maior resistência ao ataques de insetos, pois sua carga de amido é baixa. Amido é o material do qual as brocas se alimentam. As brocas são pequenos besouros que perfuram os bambus formando diversas galerias em seu interior. Como o bambu mirim possui pouco amido apenas o cozimento em água e óleo, e posteriormente sua cura com fogo, passam a ser suficientes. Veja abaixo algumas imagens de varas tratadas :


As varas já tratadas, postas em pé para secarem mais rápido


As varas de bambu gigante. Repare nas manchas que indicam a idade.

Este bambu está preto pq foi defumado. Aqui o funcionário aparece injetando a cipermetrina.

Após a injeção, tapamos o furo com um palito de bambu


O bambu mirim é cozido em tanques de 3 metros

O fogo é gerado com resíduos do proprio bambu.


Mais sobre o BAMBU vo ce encontra no BLOG:

terça-feira, 15 de julho de 2014

Aquanautas -navegam 6 mil km pela costa brasileira e documentam pesquisas realizadas no litoral.




Ana Paula é jornalista. Tony, diretor de documentários. Os dois são mergulhadores experientes e loucos por aventuras. Um dia, decidem unir suas experiências profissionais e transformar a paixão pela natureza em um projeto de vida. De malas prontas e carregando muitos quilos de equipamentos, o casal zarpa numa viagem pelo litoral brasileiro a bordo do catamarã Bioma, como os Aquanautas. 

Uma expedição de mais de 6 mil quilômetros, enfrentando o mar, o sol e a dura rotina de meses de embarcação. Ao longo desta incrível jornada, eles documentam importantes pesquisas que estão sendo desenvolvidas na Costa dos Corais, os únicos recifes do Atlântico Sul. 


Para acompanhar mais:

http://www.natgeo.com.br/br/fotos/7746#http://cdn-flac.ficfiles.com/sites/natgeo-br/files/img/galleries/4053/aquanautas-abrolhos-000007-620x349.jpg?ver=83ec019c-d4c2-4b56-889d-3e9c3ee4

E no FACEBOOK:

https://www.facebook.com/pages/Aquanautas/463963463656206

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

KIT PRONTO SOCORRO - Compacto e Util

Criamos um produto útil para ajudar a captar recursos para o projeto.



Kit Pronto Socorro compacto e Útil.
Tamanho: 16cm x 11cm x 7cm
Peso: 350 gr
Embalagem plastica resistente.
Contem 10 Itens
Algodão
Esparadrapo
Atadura de crepe
Compressa de gaze
Merthiolate
Agua Oxigenada
Band Aid
Sonrisal - antiacido
Novalgina comprimido
Luva cirurgica

Preço: R$ 60,00 a unidade
Acima de 05 unidades 10% desconto
Frete não incluso

O Projeto TA VIVA em conjunto com AsTech-Msport desenvolveu e montou
 este Kit de Primeiros Socorros baseados na experiancia no campo.
AsTech-Msport destinará 10% dos valores aferidos nas vendas
 para auxiliar ao Projeto TAVIVA.
Colababore voce tambem.

Para adquirir entre em contato com:

Astechmsport@gmail.com

Importante:
Mencione que quer ajudar ao Projeto Taviva.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

AS TARTARUGAS MARINHAS TEM A A JUDA DO TXAI EM ITACARÉ

Criado pelo Txai Itacaré, o projeto Txaitaruga é voltado para conservação de ninhos de tartarugas marinhas que desovam nas praias Itacarezinho, Patizeiro e Pompilho. Os ótimos resultados obtidos na interferência humana do processo de incubação são fruto não só da conservação das espécies-alvo, mas também das ações de educação ambiental e do apoio ao desenvolvimento regional, gerando a sensibilização da comunidade.
“Desde 2004, estamos desenvolvendo o trabalho de proteção às tartarugas marinhas por meio do Projeto Txaitaruga. Acreditamos que essa é uma excelente forma de expandir o projeto além da Bahia e conscientizar as pessoas sobre a importância da preservação ambiental.
Escolhemos a Track & Field por ser uma referência em qualidade e comprometimento”, conta Renato Guedes, diretor de marketing do Txai.

A linha contempla camisetas femininas, masculinas e infantis, confeccionadas com fibra reciclada de garrafas PET e algodão. Essas peças apresentam o máximo de conforto e toque macio, além de ser um produto 100% ecológico, com alta durabilidade e qualidade. Os modelos trazem estampas irreverentes, com desenhos de tartarugas em diversos tons de verde, uma alusão à camuflagem desses répteis.
Também faz parte da linha Txaitaruga, as almofadas FOM que são elaboradas com pérolas de poliestireno e proporcionam uma posição de conforto única, já que elas podem ser esticadas e moldadas, conforme seu tamanho e movimentos.
“Por ser uma grife de moda performance, a Track & Field incentiva a prática de esportes ao ar livre e o contato com a natureza.
Faz parte da nossa identidade o apoio à projetos de preservação ambiental”, afirma Ana Cláudia Moura, diretora de marketing e varejo da Track&Field. “Além do projeto Txaitaruga, temos como parceiros também a WWF do Brasil e o Instituto Criar de Cinema e Televisão, sempre promovendo ações sociais ou ambientais”, completa.

O PROJETO TXAITARUGA O trabalho do projeto Txaitaruga (que existe desde 2004) é garantir que ninguém interferirá no processo de incubação dos ovos e no nascimento dos filhotes. As tartarugas marinhas são animais que passam a maior parte de seu tempo no mar. Elas visitam as praias apenas para botar seus ovos. Aqui, na costa brasileira, as tartarugas o período de desova é de setembro a março, com os últimos ninhos nascendo em maio. Os ovos são incubados na areia e a “mãe” nunca mais retorna para cuidar dos seus filhotes. Depois de 45-60 dias enterrados na areia, os filhotes nascem e sozinhos escalam o ninho, que têm cerca de 30-50 cm de profundidade. Nessa escalada, os filhotes se ajudam, mas depois que alcançam a superfície da praia, todos correm juntos para o mar, mas cada um tem que se virar sozinho. A área monitorada pelo projeto vai da praia do Pompilho (Serra Grande-Uruçuca), até o costão de Itacarezinho (Itacaré), totalizando 11 km.

Serviço:
As camisetas (R$88,00 masculina/ R$80,00 feminina/ R$70,00 infantil) e almofadas FOM (R$86,00 – a partir de maio) podem ser encontradas nas lojas Track & Field. SAC: (11) 3048-1238
OUTROS PROJETOS SOCIAIS DO TXAI
Companheiros do Txai No vocabulário dos índios Kaxinawa, que vivem na região amazônica do Acre, a palavra TXAI quer dizer "companheiro". É usada como tratamento de respeito e carinho por seringueiros, índios, caboclos e por todos os aliados dos "povos da floresta". Também significa "uma metade de mim" resumo e filosofia do TXAI: o bem-estar de todos, da população nativa e do ecossistema à sua volta. O Companheiros do Txai é um programa que visa auxiliar os pequenos agricultores da APA Itacaré/ Serra Grande a utilizar os recursos florestais da Mata Atlântica de forma sustentável, dando viabilidade econômica à região, tendo como principal parceiro o programa Floresta Viva. O projeto surgiu da necessidade de gerar uma alternativa de renda para os pequenos agricultores, subitamente empobrecidos com o fim do ciclo do cacau na década de 80 e que desde então exploravam a floresta de forma predatória. A produção é toda orgânica (condição para ser Companheiro do Txai) e parte desta produção é comprada pelo hotel para servir aos hóspedes e funcionários. Assim nasceu a aliança entre o Txai Itacaré e as 25 famílias de Companheiros. Desde maio de 2003, quem passa no quilômetro 42 da rodovia BA 01 (Ilhéus/Itacaré), pode ver parte deste trabalho que já rendeu muitos frutos aos pequenos agricultores da região, que hoje, além da produção de mudas nativas, frutíferas, ornamentais, hortaliças e outros; também estão produzindo belíssimos trabalhos de artesanato que estão sendo comercializados na Lojinha do Txai Social.

Para mais Infos:
http://txaisocial.blogspot.com/2008/04/o-txaitaruga-um-programa-voltado-para.html

sábado, 9 de maio de 2009

CAERC TAMBEM ATUA NA PENINSULA DE MARAU

A Companhia de Ações Especiais da Região Cacaueira (CAERC) foi criada em 29 de dezembro de 2005, mediante lei n. 9.848 e instalada em 29 de janeiro de 2006, abrangendo as regiões do Baixo e Médio Sul, indo de Canavieiras – passando por Itabuna, Ilhéus e Itacaré – até o município de Valença, na Costa do Dendê. A Companhia de Ações Especiais na Zona Industrial (Ceazi) atua mais na Região Metropolitana. A criação das companhias especiais integra um conjunto de ações desenvolvidas para intensificar o combate ao crime no interior, notadamente aqueles relacionados a roubos a agências bancárias e a passageiros de ônibus intermunicipais e interestaduais, tráfico de armas e drogas, dentre outras modalidades.

A CAERC tem sua zona de responsabilidade e de atuação em 48 Municípios com uma área territorial de 24.666 KM² e uma população total atendida em cerca de 1.256.687 habitantes, destacando-se ai os municípios de Ilhéus, Itabuna, Valença, Ubaitaba, Camamu, Itacaré, Una, Canavieiras e Maraú, que através de seus notáveis atributos turísticos têm sido alguns dos locais mais visitados por pessoas locais, nacionais e estrangeiros.
A CAERC tem como missão buscar a excelência do desempenho institucional e o pleno atendimento às missões do policiamento especializado na Área de Responsabilidade da Unidade, administrando pessoas e propiciando a harmonização entre os interesses individuais e coletivos com vistas ao bem-estar social e à racionalização do uso de recursos públicos, e tem uma preocupação permanente que é o cumprimento desta missão. Essas companhias complementam as ações do policiamento ostensivo normal. Elas estão prontas para dar uma resposta mais dura no combate ao crime organizado e ao tráfico de drogas e armas. Todos os seus componentes receberam treinamento especial, além dos equipamentos adequados a ações de maior porte. O apoio operacional as Unidades Policiais Militares existentes na área de responsabilidade da CAERC (2º BPM, 15ºBPM e 33ªCIPM) nas operações que necessitem do emprego de policiamento especializado em ações especiais; tais como: · Rebeliões em presídios
· Reintegração de posse
· Grandes festas populares
· Combate ao narcotráfico
· Prevenção a roubo de bancos
· Incursões em áreas de risco
· Emprego de CTDC
Para tanto, procura atender aos anseios da população que vive nas localidades sob a cobertura da CAERC, e aqueles que passam pelo corredor turístico compreendido entre Canavieiras e Valença, oferecendo segurança e mantendo a ordem pública. E, imbuída do propósito de dar o melhor para a comunidade, a OPM intensifica o aprimoramento dos padrões de qualidade e profissionalização do seu efetivo, buscando sempre o aperfeiçoamento técnico, tático e institucional; utilizando os recursos disponíveis, quer humano, material e/ou orçamentário, bem como procurando aumentar a auto-estima do quadro efetivo humano.
O desafio de estruturar, iniciando do zero, uma Companhia de Ações Especiais, se renovará a cada etapa vencida, por conta da complexidade do serviço a ser oferecido. Mas contaremos com o apoio necessário dos Órgãos que compõem a estrutura sistêmica da PM, com aval do Comandante Geral da Corporação, do Comando do Policiamento Especializado e outros Órgãos do Estado que sempre se predispuseram a auxiliar e apoiar as atividades da Polícia Militar.
TELEFONE DA CAERC: (73) 3639-2097
Posted fevereiro 26th, 2008 by Roberto Rabat Chame
Para ver mais:
http://www.r2cpress.com.br/node/1213

quinta-feira, 19 de março de 2009

OPERACAO SOS TARTARUGAS NA BAHIA - IBAMA ENTRA EM ACAO!!!

O Ibama deflagrou neste final de semana, nas praias do litoral norte da Bahia, a Operação Rastro de destruição. Realizada em conjunto com o Ministério Público Estadual (MPE), Polícia Militar e Superintendência de Trânsito e Transporte (STT) da Prefeitura de Camaçari, a operação tem o objetivo de coibir o trânsito de veículos nas areias das praias da região, em atendimento à reivindicação da população local, que se sente insegura e vem denunciando o aumento do número de veículos transitando nas praias, “muitas vezes sendo conduzido por crianças, onde já foram registrados atropelamentos de banhistas”.
Somente neste final de semana, fiscais do Ibama lavraram oito Autos de Infração com multas no valor total de R$ 40 mil (R$5 cada) e apreenderam seis quadriciclos e duas motos.
Segundo a coordenação: “Esta é a primeira etapa da operação, que prosseguirá durante a temporada turística, até fevereiro, em finais de semana a serem definidos, avançando pelas localidades que integram os municípios de Mata de São João e Entre Rios, cobrindo assim todo o litoral norte baiano”.
Neste primeiro final de semana de operação as praias fiscalizadas foram: Barra do Jacuípe, Guarajuba e Itacimirim.
Crime ecológico.

O tráfego de veículos nas praias é proibido por legislação municipal e federal, para garantir a segurança pública. Também caracteriza crime ambiental, já que o litoral norte baiano é uma das principais áreas de desovas de tartarugas marinhas do litoral brasileiro, espécies que continuam ameaçadas de extinção.
O trânsito de qualquer tipo de veículo nessas praias coloca em risco a área de desova e os ninhos das tartarugas, seus filhotes e mesmo as fêmeas no processo de desova, pois modifica o local onde fazem os ninhos. Carros, motos e quadriciclos compactam a areia e podem ocorrer atropelamentos fêmeas desovando e de filhotes a caminho do mar, depois que saem dos ninhos.
A multa lavrada pelo Ibama tem o valor mínimo de R$5 mil, devido às tartarugas marinhas constarem na Lista de espécies ameaçadas de extinção.
Importância Ambiental
O litoral norte da Bahia possui grande importância biológica para as tartarugas marinhas, pois cerca de 70% das desovas registradas na costa brasileira ocorrem em praias baianas. A Bahia é caracterizada por ser a principal área remanescente de desova das tartarugas cabeçuda (Caretta caretta) e de pente (Eretmochelys imbricata), ocorrendo também em menor número desovas das tartarugas oliva (Lepidochelys olivacea) e verde (Chelonia mydas) - todas ameaçadas de extinção.
Todos os anos milhares de ninhos são incubados nas areias das praias desta região. Esse berçário natural é, portanto, a mais importante área de desova de tartarugas marinhas do Brasil. Recebe anualmente cerca de seis mil desovas que geram aproximadamente 400 mil filhotes.
O Projeto Tamar, co-gerenciado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade - ICMBio e pela Fundação Pró-Tamar, com patrocínio da Petrobras, monitora quase mil quilômetros de praia no Brasil - só no litoral norte baiano protege cerca de 210 quilômetros, através de quatro bases de proteção e pesquisa, visando promover a conservação das tartarugas marinhas em Arembepe, Praia do Forte, Costa de Sauípe e Sítio do Conde.

PROJETO TAMAR - COMO COMECOU

"Assim nasceu o Projeto Tamar"
Em 1977, um grupo de alunos da Universidade de Rio Grande - útero do ambientalismo acadêmico nacional - aponta no mapa um pontinho de terra no mar e começa a organizar uma das viagens mais importantes e perigosas da época. Iriam visitar o Atol das Rocas (RN) com alguns pescadores. Único atol do Atlântico Sul, não tem água potável e é com certeza, o pedaço de terra mais inóspito de nossos mares. Coragem e determinação eram os lemas do saudoso movimento estudantil da época, iluminados pelo "flower power" eles iriam mudar o mundo, pelo menos, a noção de ambientalismo no Brasil.

A viagem rendeu aos estudantes imagens e anotações que não imaginavam fazer. Foi a primeira vez que tartarugas marinhas foram vistas e fotografadas por pesquisadores em águas brasileiras, foi também, a primeira vez que o movimento estudantil ambientalista viu em que ponto estava à matança indiscriminada desses animais. Grande parte das tartarugas que subiram nas areias do Atol para desovar foi morta, seus ninhos foram saqueados e os ovos retirados.

Pirambu - Santa Isabel: onde tudo começou
No litoral norte de Sergipe, encontra-se a pacata Pirambu. Com população urbana de 9.000 pessoas, nos meses de verão chega a receber 30 mil turistas. Foi em 1980, durante o mapeamento das áreas de desova, que os pesquisadores descobriram a alta incidência de tartarugas em suas areias. A praia tinha condições geográficas ideais para receber as fêmeas.

Sua localização é bastante privilegiada: banhada por rios e pelo Oceano Atlântico, num dos mais belos pontos do litoral brasileiro, fez fama e aparece como destino preferido daqueles que querem visitar Sergipe. Lagoas e dunas, cachoeiras e trilhas encantam estrangeiros e brasileiros, o turismo cresce assustadoramente. Dentro da reserva Ecológica de Santa Isabel está a primeira base do projeto Tamar na história. É o projeto que mantém a reserva intacta, com apoio total e irrestrito da população local, agente de participação direta nas ações.

Regência - Comboios: terra "das gigantes"
A segunda base do Projeto Tamar foi instalada no litoral norte do estado do Espírito Santo. Depois de muitos anos de uma batalha judicial interminável, em 1984, o Governo Federal criava a Reserva Ecológica de Comboios, na linha de frente do combate estava o Tamar e a defesa das tartarugas gigantes (de couro) que ocorrem por ali.

Assim como todo Espírito Santo, a região começa a despontar para o turismo. A estrutura para receber visitantes melhorou significativamente nos últimos anos. O grande atrativo continua sendo a Base de Comboios, o Centro de Visitantes e seus aquários.

Praias extensas, com bons ventos são ótimos pontos para a prática de esportes náuticos, além claro, da beleza exuberante do litoral norte capixaba. Vale lembrar que até Itaúnas, na divisa com a Bahia, existem bases móveis do projeto e ocorrem desovas.

Praia do Forte: Sede Nacional
A terceira e última grande base do projeto Tamar está localizada no litoral norte da Bahia. Tem o título de praia com o maior número de desovas em todo o país, não é por menos que ela abriga a sede nacional do projeto. A localidade, em menos de 30 anos, deixou de ser uma vila bucólica e afastada para se transformar num dos maiores pólos de eco-turismo do mundo. Na última vez que visitei o local, na pousada onde eu tomava café da manhã, não existiam hóspedes brasileiros.


Premiada com títulos por revistas de turismo do mundo todo que afirmam ser um dos lugares mais bonitos que existem, a região é altamente visitada e a maioria das acomodações são de nível elevado. A enorme base da praia do Forte, antigo terreno da Marinha, é um espetáculo. Todas as espécies de tartarugas podem ser vistas, peixes como um mero gigante e tubarões passeiam pelos tanques. No aquário das arraias os visitantes podem até tocar nos animais. Passeio imperdível!

Outras Bases
As tartarugas marinhas podem ser vistas em todo o litoral brasileiro, as áreas que não são de reprodução, como o litoral sul/sudeste, são áreas de alimentação e passagem das espécies que estão em processo de migração, rumo ao litoral nordeste/norte. Existem bases espalhadas de norte a sul do país, um bom exemplo é a de Ubatuba, no litoral norte paulista, tem o título de base mais visitada do projeto, em seus tanques também é possível ver algumas espécies de peixes e tartarugas marinhas.

Resultados
Em quase 30 anos de história o Tamar, sem dúvida nenhuma, obteve sucesso. Segundo as estimativas do próprio projeto, cerca de 8 milhões de filhotes foram liberados até o fim de 2007. O entrosamento com as comunidades locais é perfeito, a manutenção e a preservação das áreas de desova também. As tartarugas ainda não saíram da lista de animais em perigo de extinção, elas demoram 25 anos para entrar em idade reprodutiva, mas o projeto, com toda certeza, caminha para salvar a espécie.

Informações sobre a localização de todas as bases, detalhes sobre as tartarugas, telefones de contato e tudo mais, no site oficial do projeto.
www.tamar.org.br


De lá pra cá muita coisa mudou, os antigos "Tartarugueiros" - pescadores de tartaruga - são atualmente sentinelas dos animais e quase todos são funcionários do Projeto Tamar. Mundialmente reconhecido e detentor de dezenas de prêmios, incluindo o "Nobel" do ambientalismo, o Tamar tem quase três décadas de existência e antes de tudo é exemplo de unidade e harmonia entre comunidade acadêmica, ambientalistas e população local. Essa equação - de sucesso - tem na conscientização, na educação e na troca de experiências, suas amplas frentes de influência.

TARTARUGA MARINHA - VOCE SABIA ?


A tartaruga marinha (Dermochelys coriacea) é um réptil marinho vertebrado da família Dermochelyidae que está ameaçado de extinção. Esse animal tem uma casca que cobre seu corpo e que lhe serve de casa. Têm dentes serrados e escamas sobre a cabeça. As tartarugas marinhas vivem no mar a mais de 110 milhões de anos sendo que esse fato pode ser comprovado por um fóssil encontrado por um paleontólogo no Ceará. Existe um registro fóssil de uma tartaruga, na China, que media 2,5 metros e pesava cerca de 4 toneladas. Segundo uma pesquisa, esse animal viveu na terra e devido à necessidade de alimento passou a viver no mar.

Esse animal tem olfato, audição e visão muito desenvolvidos. Atualmente, as tartarugas marinhas podem medir 2 metros e chegam a 600 kg (existem registros de uma tartaruga com quase uma tonelada). Elas vivem nas águas tropicais principalmente no litoral. No Brasil são encontradas principalmente em Recife.

São carnívoras ou vegetarianas dependendo da espécie.

Carnívoras: Alimentam-se principalmente de águas vivas, peixes e outros animais do mesmo porte. Devido à contaminação no litoral, essas tartarugas confundem águas vivas com plástico e acabam morrendo engasgadas ou com problemas intestinais.

Vegetarianas: comem principalmente algas, o que cria condições para viverem no litoral brasileiro.

O acasalamento ocorre quando a fêmea escolhe o macho para “namorar” sendo que uma fêmea pode acasalar com vários machos. A fêmea lembra-se exatamente onde nasceu e volta ao mesmo local para botar seus ovos. Uma fêmea chega a botar ovos de 4 a 6 vezes por temporada, sendo que ela bota de 60 a 120 ovos por ninho. Os ovos demoram cerca de 50 dias para eclodirem, porém mais da metade dos ninhos não tem condições para a incubação dos ovos. Outro fator que impede o nascimento é o fato de alguns caranguejos comerem os ovos quando acham um ninho.

Após o nascimento, os filhotes vão para a praia, porém muitos morrem no caminho já que existem aves, lagartos e outros animais a espera para devorá-los. Após estarem na água, tem de passar por outros obstáculos, como peixes e lulas que podem atacá-los. Após crescidos, seus predadores são os tubarões e algumas baleias.

As espécies de tartaruga marinha são:

- Tartaruga de couro (Dermochelys coriacea).
- Tartaruga oliva (Lepidochelys olivacea).
- Tartaruga cabeçuda (Caretta caretta).
- Tartaruga de pente (Eretmochelys imbricata).

As tartarugas podem viver mais de 120 anos.

SOBRE O PROJETO TAMAR

As tartarugas marinhas continuam ameaçadas de extinção, por isso, projetos de proteção às tartarugas são de suma importância para o Brasil. O mais conhecido e respeitado é o PROJETO TAMAR.

O Tamar foi criado em 1980 com objetivo de proteger as tartarugas marinhas através da geração de alternativas econômicas sustentáveis.
O nome Tamar é uma abrevição das palavras “tartaruga marinha”. A síntese se mostrou necessária ainda no início dos anos 80, para a confecção das pequenas placas de metal utilizadas na identificação das tartarugas.

Desde então, o Projeto Tamar passou a designar o Programa Brasileiro de Conservação das Tartarugas Marinhas, que é executado pelo IBAMA, através do Centro Brasileiro de Proteção e Pesquisa das Tartarugas Marinhas (Centro TAMAR-IBAMA), órgão governamental; e pela Fundação Centro Brasileiro de Proteção e Pesquisas das Tartarugas Marinhas (Fundação Pró-TAMAR), instituição não governamental, de utilidade pública federal.
Dentro de uma enorme infra-estrutura, junto a comunidades locais, o Tamar protege as tartarugas do nascimento até ao longo de suas vidas.

O Tamar conta ainda com o patrocínio da Petrobrás desde 1983. A empresa apoia o projeto oferecendo combustível para os jeeps, contratando mão-de-obra especializada, estagiários e pescadores.

Essa união do governamental com o não-governamental revela a natureza institucional híbrida do Projeto Tamar. O Tamar conta também com a participação de empresas e instituições nacionais e internacionais, além de organizações não-governamentais.
As atividades do projeto são organizadas a partir de três esferas de ação: conservação e pesquisa aplicada, educação ambiental e desenvolvimento local sustentável, onde a principal ferramenta é a criatividade.

Desde o início, tem sido necessário desenvolver técnicas pioneiras de conservação e desenvolvimento comunitário, adequadas às realidades de cada uma das regiões trabalhadas. As atividades estão concentradas em 22 bases, distribuídas em mais de 1100 km de costa.

O Tamar atua em diversas regiões brasileiras, com bases em:
Almofala - CE, Atol das rocas - RN, Fernando de Noronha - PE, Ponta dos Mangues - SE, Pirambu - SE, Abaís - SE, Mangue Seco - BA, Sítio do Conde - BA, Costa do Sauípe - BA, Praia do Forte - BA, Arembepe - BA, Itapuã - BA, Mucuri - BA, Subaúma - BA, Vitória - ES, Guriri - ES, Pontal do Ipiranga - ES, Povoação - ES, Regência - ES, Anchieta - ES, Bacia de Campos - RJ, Ubatuba - SP e Florianópolis - SC.

Desde a sua criação, o Projeto Tamar investe recursos humanos e materiais para adquirir o maior conhecimento possível sobre a biologia das tartarugas marinhas que ocorrem no Brasil, priorizando pesquisas aplicadas que resolvam aspectos práticos para a conservação desses animais. Conhecidos pela grande capacidade migratória, com um ciclo de vida de longa duração, as tartarugas ainda são um mistério para pesquisadores do mundo inteiro.

SOBRE AS TARTARUGAS MARINHAS

As tartarugas marinhas são répteis existentes há mais de 180 milhões de anos.

Sua origem foi na terra e, na sua aventura para o mar, evoluíram bastante.
Diferenciando-se de outros répteis as tartarugas marinhas, evoluíram, diminuindo o número de vértebras e as que sobraram se fundiram às costelas, formando uma carapaça resistente, embora leve que possui função de proteção contra predadores e aumenta a hidrodinâmica. Perderam os dentes, ganharam uma espécie de bico e suas patas de transformaram em nadadeiras. Respiram por pulmões, mas podem permanecer algumas horas embaixo d'água. Para isso o organismo funciona lentamente e o coração bate devagar, num fenômeno chamado de bradicardia, em que o fornecimento de oxigênio é auxiliado por um tipo de respiração acessória, feita pela faringe e cloaca.

As espécies de tartarugas presentes nos oceanos são 7, sendo que 5 delas ocorrem em águas brasileiras: Tartaruga verde - Quelonia mydas, Tartaruga olivácea - Lepidochelys olivacea, Tartaruga de pente - Eretmochelys imbricata, Tartaruga careta - Caretta caretta e Tartaruga de couro - Dermochelys coriacea.

Algumas especies chegam a medir 2 m de comprimento e chegar a pesar até 600 kg, vivem em águas tropicais e possuem os sentidos da visão, do olfato e da audição bem desenvolvidos, além de terem um senso de orientação fantástico, tanto que, as fêmeas viajam longas distâncias para desovarem na mesma praia onde nasceram, anos depois.
São herbívoras, podendo se alimentar também de crustáceos, peixes, camarões, lulas, caramujos, esponjas e algas.

O acasalamento, entre machos e fêmeas, ocorre no mar. A reprodução no litoral brasileiro acontece entre os meses de setembro a fevereiro e entre dezembro e maio nas ilhas oceânicas. Uma fêmea pode realizar de três a cinco desovas por temporada, com intervalos médios de 10 a 15 dias, cada uma com cerca de 120 ovos, em média. Os filhotes nascem cerca de 50 dias após a postura dos ovos, incubadas pelo calor do sol.
A luta pela sobrevivência da espécie impressiona e comove. Estima-se que, de cada mil tartarugas nascidas, apenas uma ou duas chegarão à idade adulta.

A PRESERVAÇAO DA LAGOSTA NO LITORAL BRASILEIRO

Campanha de preservação da lagosta

“A idéia é que o consumidor ajude a fiscalizar. Queremos evitar a pesca predatória, conscientizar o consumidor e aumentar a produção da lagosta no país. A fiscalização também será intensificada pelo Ibama, antes havia seis barcos e agora teremos mais oito, mas só a repressão não funciona”, afirmou o ministro do Meio Ambiente Carlos Minc.

No material consta ainda o número da Linha Verde do Ibama (0800618080) para que qualquer pessoa possa denunciar a venda da lagosta em tamanho irregular. “Consuma lagostas nos tamanhos legalmente permitidos”, orienta o texto.

“A parceria com o consumidor e com os pescadores e as medidas constantes no plano vão garantir o desenvolvimento sustentável dessa cadeia produtiva, responsável pela manutenção de 150 mil empregos e que gera cerca de US$ 80 milhões por ano”, destaca o ministro da Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca, Altemir Gregolin.

O Plano de Gestão para o Uso Sustentável de Lagostas no Brasil, também lançado hoje, prevê um conjunto de medidas como o recadastramento das embarcações, capacitação dos pescadores e ações de fiscalização. A rede foi proibida e atualmente só é permitido o uso de covos (espécie de gaiola que coleta apenas as lagostas maiores). O período de defeso foi aumentado de quatro para seis meses, permitindo um tempo maior para a reprodução das espécies.

Gregolin disse que apenas 10% da produção de lagosta é consumida no país e o resto é exportada. “A lagosta capturada no tamanho correto e que chega viva à indústria, tem um valor 30% maior. Hoje 90% da produção nacional é comprada pelos Estados Unidos. Queremos diversificar, mas, para conquistarmos outros mercados, precisamos melhorar a qualidade do nosso produto”, ressalta o ministro.

SOBRE A LAGOSTA

O Brasil possui cinco espécies de lagostas.
A lagosta vermelha e a cabo verde são as mais importantes e os principais alvos da pesca predatória. No folder há fotos das lagostas em tamanho real com uma régua mostrando o mínimo que cada lagosta deve medir para ser consumida. A vermelha não pode ter menos de 20,5 centímetros, sendo 13 centímetros de cauda, e a cabo verde tem que ter 17,5, centímetros, sendo 11 centímetros de cauda.

Este é um exemplar da Lagosta Vermelha.

As outras espécies nacionais são: lagostinha, lagosta-sapata e a sapateira que são capturadas em menor escala e por isso não correm risco de extinção. A lagosta coloca cerca de 200 mil ovos, mas apenas 1% desses se desenvolvem. Quando atinge o tamanho adulto, ela já se reproduziu pelo menos uma vez.

O período do defeso ocorre de 1º de dezembro a 31 de maio e coincide com as férias de verão, ÉPOCA DE MAIOR CONSUMO nas localidades praianas.
(Por falta de informação dos Turistas)

O Brasil é o terceiro maior exportador de lagosta do mundo.

Entretanto, entre 1991 e 2006, a produção nacional caiu de 11 mil toneladas para 7 mil toneladas. Para reverter essa situação, o Ministério do Meio Ambiente (MMA) e a Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca (Seap) lançaram hoje (4) uma campanha para o consumo consciente do crustáceo e um plano com medidas para evitar a pesca predatória.

A campanha de consumo legal de pescados voltada à preservação da lagosta consiste na distribuição de materiais informativos, em português e inglês, a turistas brasileiros e estrangeiros, em todos os aeroportos do país. Como o período do defeso ocorre de 1º de dezembro a 31 de maio e coincide com as férias de verão, a idéia é alertar as pessoas que viajam para o Nordeste.

RECIFES DE CORAL - O QUE SÃO?.

Um recife de coral, sob o ponto de vista da formação do relevo terrestre, é uma estrutura rochosa, rígida, resistente à ação mecânica das ondas e correntes marítimas, e construída por organismos marinhos (animais e vegetais) portadores de esqueleto calcário.

Sob o ponto de vista biológico, recifes coralíneos são formações criadas pela ação de comunidades de organismos denominados genericamente "corais", que incluem os corais-pétreos ou verdadeiros e os corais-de-fogo. Os recifes de coral são os únicos entre as comunidades marinhas que se constroem inteiramente através de atividade biológica. Formam-se essencialmente através de depósitos maciços de carbonato de cálcio, produzidos primariamente pelos corais, com alguma adição pelas algas calcárias e outros organismos que também secretam carbonato de cálcio. Se imaginarmos o recife como uma construção, os corais atuariam como os tijolos, cimentados pelas algas calcárias.


CORAIS - SAIBA MAIS A RESPEITO

O QUE SÃO?
Corais são animais marinhos do grupo dos cnidários, que inclui também as anêmonas, as águas-vivas ou medusas e os "corais de fogo" (hidrozoários). São invertebrados (animais sem espinha dorsal) capazes de secretar por baixo do tecido um esqueleto externo calcário (como nossos ossos) ou córneo (como nossas unhas). Este esqueleto é responsável pela fixação do coral ao substrato no fundo do mar, servindo também como proteção.

Estes sao corais de fogo

O corpo dos corais é chamado de pólipo, que consiste em uma estrutura cilíndrica em forma de saco, com uma cavidade interna que se abre apenas em uma extremidade, a boca. Rodeada por tentáculos, a boca age tanto na ingestão de alimentos, quanto na eliminação de resíduos. Os tentáculos são estruturas dotadas de uma grande quantidade de células especializadas chamadas cnidócitos, que contêm substância urticante e paralisante, e servem para capturar presas e defender o pólipo. No interior do tecido do coral vivem várias algas microscópicas chamadas zooxantelas. Estas algas possuem uma relação de simbiose com o coral, na qual a alga fornece ao pólipo alimento através do processo de fotossíntese e, em troca, recebe proteção e nutrientes.

NUTRIÇÃO ( Como se alimentam)

No interior do tecido do coral vivem várias algas microscópicas chamadas zooxantelas. Estas algas possuem uma relação de simbiose com o coral, na qual o benefício da relação é mútuo.
A alga fornece ao pólipo alimento através do processo de fotossíntese, no qual as células da planta utilizam a luz do sol que atravessa a coluna d’água para converter dióxido de carbono no tecido do pólipo em oxigênio e carboidratos. O oxigênio é utilizado pelo pólipo na respiração e os carboidratos como fonte de energia para a construção do esqueleto calcário.
Em troca, o pólipo fornece às algas endosimbiontes nutrientes, proteção e dióxido de carbono, um sub-produto da respiração indispensável ao processo de fotossíntese.
Em adição a esta fonte de nutrição interna, alguns corais de alimentam do plâncton. O plâncton é formado por criaturas, tanto vegetais quanto animais, que se movem passivamente a coluna d'água ao sabor das correntes oceânicas e dos ventos. A maioria do plâncton é muito pequena para ser vista a olho nu.

A maioria dos corais se alimenta do plâncton apenas durante à noite, estendendo seus tentáculos no período de menor ação de predadores. Durante o dia, os tentáculos permanecem contraídos no interior do esqueleto calcário para proteção.

O BAMBU - MULTI-USO COM ECOLOGIA

O bambu serve para muitas utilidades na construção. É usado na estruturação como coluna, viga e lastro entre outros. Serve como telha, forro e maçaneta. É adequado para determinados encanamentos de água. As casa construídas de bambu são resistentes a terremotos, como constatado nos terremotos da Colômbia. Nesta ocorrência a maioria das casas de concreto caíram, matando um número de pessoas. As de bambu resistiram.


                                                            
Veja Bambus na Construção civil

No Brasil mais sobre acabamentos em Bambu e outro materiais ecologicos:


BAMBU COMO CARVÃO, para churrasqueiras.

Veja neste link: